A História da Segurança Privada no Brasil

A Segurança Privada no Brasil

Em 1968, em pleno período da ditadura militar no Brasil, organizaram-se e foram institucionalizadas guardas armadas de instituições financeiras, como resposta aos assaltos a bancos praticados por grupos políticos de esquerda para financiar as suas ações.
Por seu caráter paramilitar, era sempre indicado um militar para gerir esse negócio ou para supervisioná-lo. De igual forma, nos seus quadros profissionais, o histórico militar dos seus empregados era um dos requisitos elementares.
O Decreto 1034/69 foi a primeira tentativa de normatizar e controlar a atividade, deixando para cada Unidade Federativa a tarefa de regular o funcionamento das empresas em seus respectivos locais, fixando ou não formas de treinamento, registro das empresas, armas e algumas delas apontando para a possibilidade de utilização do vigilante na repreensão aos movimentos sociais.
Em 1983, o Congresso Nacional e o executivo sancionam a Lei 7.102 que uniformiza em todo o território nacional a atividade de segurança privada, com currículo de formação único, controle e registro nacional das empresas, registro profissional do vigilante no Ministério do Trabalho, além de fixar limites e algumas responsabilidades.

Os Trabalhadores

1CMP A História da Segurança Privada no Brasil

A principal característica do perfil dos vigilantes dos anos 1969 a 1983 era, além da passagem militar, a baixa escolaridade, a ausência da estrutura militar nas empresas privadas e total falta de direitos.
Os ventos da redemocratização e a retomada do sindicalismo combativo e independente, capitaneado pelos metalúrgicos do ABC paulista, coincidiu com o início das tentativas de organização política da categoria, fundando-se a primeira Associação Profissional, em 1976, no Rio de Janeiro. A partir de 1979/80, ampliaram-se para outros Estados caracterizando-se por mobilizações de rua, greves, protestos e enfrentamentos com a repressão dos governos militares.
Nesse cenário, as lideranças surgidas com uma linha de atuação majoritariamente de esquerda, empreenderam como principal tarefa a desmilitarização da categoria, conquistando direitos trabalhistas (piso salarial, assinatura na Carteira de Trabalho, fardamento gratuito, regulação de jornada), e organizando-se politicamente com inspiração no novo sindicalismo.
A partir de 1985, as Associações foram transformadas em sindicatos, com forte articulação regional e nacional, resultando em 1992 na criação da Confederação Nacional dos Vigilantes e Prestadores de Serviços – CNTV-PS, que também inova com a filiação direta de federações e sindicatos entre outras tarefas, atuando na mobilização da categoria, no acompanhamento dos interesses das entidades de base e dos trabalhadores nas esferas dos poderes públicos e privados, no assessoramento político e sindical a essas entidades, no apoio as negociações coletivas.

 A História da Segurança Privada no Brasil
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Sem Respostas para “A História da Segurança Privada no Brasil”

  1. Chatuba disse:

    Eu achei muito interessante…

  2. Fernando disse:

    Olá eu trabalho a 5 anos na segurança patrimonial meu nome é Fernando tenho 30 anos eu trabalho atualmente em um condomínio, eu atualmente estou na escala 4 por 2 mais em janeiro já foi dito pela empresa que vai acontecer uma mudança de escala por 12 por 36, baseado nisso e o que vai acontecer após essa mudança a redução de salário para menos e bem menos como um pai de família vai conseguir sustentar a sua família a segurança terceirizada que é o meu caso está respirando por aparelhos enquanto as profissões vão aumentando seus benefícios, vão diminuir os nossos eu trabalhava como ajudante de pedreiro e ganhava 20 reais o dia isso a 7 anos atrás hoje se paga 50 reais tive conversando com um amigo meu que nessa época eu trabalhava com ele inclusive estou pensando em voltar a trabalhar com ele eu me formei vigilante fiz escolta armada extensão e transporte de valores defesa pessoal e segurança do trabalho o meu ultimo curso estava pensando em fazer segurança eletrônica e CFTV, mais estou desistindo penso eu o que ainda respira sem ajuda de aparelho na segurança privada é a orgânica inclusive é o que não só eu mais a equipe toda que lá trabalha torce para a possível mudança para orgânica por que me parece por causa dessa mudança irá aumentar o contrato eu sou vigilante e comigo trabalha também controladores de acesso, que seus salários são menores e diminuíram mais ainda entorno de 700 reais.
    Se a empresa continuar eu vou tentar para esse caminho da orgânica existem alguns condomínio que existe a orgânica se não encontrar vou voltar para a obra todas as atividades profissionais estão evoluindo e a nossa também está evoluindo mais para trás, se pensarmos na carga horária 12 horas é impossível existir um nível de reflexo de raciocínio lógico, de atenção durante essas 12 horas principalmente a noite lógico deve concordar com isso aquele profissional que, entende que hoje a segurança em todos os aspecto tem que ser proativa e para agir com pro atividade os níveis citados tem que estar adequado para a prestação do serviço a segurança reativa já não tem espaço eu jamais iria querer ter um segurança no meu condomínio que iria reagir depois de uma ação e reação depois de um assalto não é o melhor caminho, agir somente quando o ladrão pular o muro não é indicado e sim agir para que o ladrão não pule de que forma aumentar o muro colocar cerca elétrica isso é pro atividade me parece que vai mudar para fazer o curso de vigilante hoje só precisa a quarta série agora o quinto ano as empresa por outro lado com o possível pedido de aumento pelo sindicato a empresa declara é impossível aumentar o salário de um profissional para se forma somente precisa do primário vai existir mudanças na reciclagem etc.. mas a principal que deve existir é no salário que até quando houver a mudança vai dar vergonha de dizer quanto é o meu salário.
    Confesso que estou desanimado mais vou aguarda mais um pouco pra ver o que vai acontecer, como que o nível de comprometimento do trabalhador vai estar em um patamar produtivo com essas mudanças que estar para acontecer e o comprometimento é fundamental para a nossa atividade que devemos cuidar do patrimônio como se fosse nosso a terceirização está com os tempos contados as grandes empresas que contrata um dia vai perceber isso, concordo também que quando empreendimento é novo a terceirização é interessante mais a médio e alongo prazo vai se desgastando e causando problemas a terceirização é como se fosse uma peneira hoje no condomínio depois de seis anos que a empresa esta no posto existe uma boa equipe depois de vários problemas. Como se trata de um condomínio que não se visa o lucro e sim a prestação de serviço essa prestação de serviço vai cair e se a empresa ficar mesmo com a mudança todos vão procura outras atividades e quem vai perder com isso é o condomínio se a proposta da empresa for mudar mais continuar com o mesmo valor do contrato a empresa deve ficar mais se o condomínio tiver o pensamento de empresa que visa o lucro vai continuar com a empresa mas se o condomínio tiver um pensamento humanizado a empresa sai e talvez a mudança para orgânica poderá acontecer mudar de empresa é pouco provável.

  3. FABIO disse:

    OLA AMIGOS SOMOS UMA EQUIPE DE VIGILANTES A ACESSEM:WWW.FACEBOOK.COM/SEGURANCAPESSOALEQUIPELEOESDEJUDA OU NOSSO IMAIL:SEGURANCAPESSOALEQUIPELEOESDEJUDA@HOTMAIL.COM

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