(video) Turista é flagrado aliciando adolescentes em Fortaleza

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Um turista convida adolescentes entre 14 e 16 anos para uma noitada. Aconteceu em Fortaleza, onde até o movimento dos hotéis é checado no esforço para reprimir o turismo sexual.

No Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, o Jornal Hoje mostra um flagrante que a gente preferiria não ver, mas não dá para tapar os olhos. Um turista convida adolescentes entre 14 e 16 anos para uma noitada. Aconteceu em Fortaleza, onde até o movimento dos hotéis é checado no esforço para reprimir o turismo sexual.
A cena é na avenida beira-mar, em Fortaleza. Um italiano sai de um caixa eletrônico e leva quatro adolescentes para um táxi. Em seguida, é alertado por educadores de rua sobre o crime que estava prestes a cometer. E aí ele vai embora. “Fez o convite às adolescentes para uma noitada com elas. Todas as adolescentes compreendem entre 14 e 16 anos”, diz Antônio Orlando Mesquita, educador social.



O disque 100, telefone de denúncia do Ministério da Justiça, recebeu este ano cerca de 86 mil ligações em todo o Brasil, de casos como esse. Na maioria das vezes, a exploração sexual não encontra barreiras e acontece livremente. Pelo menos alguns hotéis tentam inibir o turismo sexual com a cobrança de taxas para os hóspedes que entram com acompanhantes e um controle rigoroso para identificá-las na recepção.

Em Fortaleza, fotos e cópias dos documentos de hóspede e de acompanhante são enviados para um órgão de combate ao tráfico de seres humanos. “Realmente temos hoje um banco de dados que possa se verificar o fluxo de turistas para esses fins”, diz Elina Marques, coordenadora estadual do Escritório de Enfrentamento e Prevenção ao Trafico de Seres Humanos.

Informações que são repassadas à Polícia Federal. “O mais importante é que nós possamos ter ferramentas para que possamos saber o que o estrangeiro está fazendo aqui, em termos, principalmente, do turismo sexual, para que possamos, no futuro, nas próximas viagens dele, já termos elementos para poder barrá-lo, para inclusive que ele nem possa entrar no país”, diz Thomas Wlassak, chefe da Delegacia de Imigação (Delemig-CE).

Já as vítimas dependem de iniciativas como esta, que oferecem cursos profissionalizantes e uma ajuda de custo. “A partir daí eles vislumbram outras oportunidades, outras possibilidades, outros caminhos que eles podem percorrer”, diz Catarina Sabino, coordenadora da ONG Vira Vida.

Uma jovem encontrou um novo rumo: trabalha num banco, está grávida e cheia de planos para a vida que recomeçou. “Hoje eu me vejo dando uma vida digna para os meus filhos, sendo reconhecida mesmo como pessoa, sem ter vergonha e hoje eu posso dizer que a minha vida é outra”.

Hoje, a Polícia Federal faz uma operação para combater o crime de pornografia infantil na internet.

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