Busca por segurança privada cresce no fim de ano

armada Busca por segurança privada cresce no fim de ano

A busca por segurança patrimonial em Curitiba aumenta pelo menos 15% entre os meses de novembro e janeiro. A crescente procura por este serviço está diretamente relacionada ao movimento no comércio, que sofre uma alta considerável por conta das festas de fim de ano, e também com a aproximação com o período de férias escolares, quando as residências ficam sozinhas. Alguns serviços de segurança, ainda que clandestinos, são bastante procurados.

“Nos últimos três anos podemos observar uma crescente de cerca de 15% a partir de novembro. O pessoal procura muito o serviço de segurança porque tem medo de deixar a residência sozinha quando vai viajar, ou ainda porque nessa época a circulação de dinheiro é grande e os assaltantes estão sempre atentos a isso”, disse o presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado do Paraná (Sindesp), Jeferson Nazário.

Segundo Nazário, os serviços mais comuns a serem contratados nesta época do ano são a segurança eletrônica e o vigilante. “Geralmente as famílias procuram por equipamentos que fazem o monitoramento de alarme ou de imagem. Tem aqueles que também contratam os próprios vigilantes para cuidar do seu patrimônio”, explicou.
De acordo com Nazário, durante todo o ano, os estabelecimentos comerciais mantém uma procura estável por equipamentos de segurança. Nesta época do ano, quem mais procura por segurança são as pessoas físicas, para proteger as residências.

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Uma situação que ocorre com frequência em diversos pontos de Curitiba é a contratação do serviço de vigilantes para cuidar de algumas ruas em um determinado bairro. O serviço, apesar de comum, é clandestino. De acordo com Nazário, as empresas que prestam este tipo de serviço certamente atuam na clandestinidade. “Nós sabemos que esse tipo de serviço acontece, mas não pode. Os vigilantes só podem atuar em locais fechados, em condomínios fechados, por exemplo. Esse serviço de vigilância não pode ser feito em uma rua, onde um grupo de residências contrata um vigilante para tomar conta do local”, disse Nazário.

Ainda assim, muita gente prefere pagar pelo serviço clandestino a não ter um segurança monitorando a rua. Em todos os bairros de Curitiba é possível encontrar a figura do vigilante de rua. Algumas vezes apenas uma pessoa de bicicleta, em outras, com um sistema mais sofisticado.

Em uma destas ruas no Jardim Social, os moradores se cotizam para manter a vigilância entre as 22 horas e as 6 horas. São três vigilantes que fazem o monitoramento na região. Cada casa paga R$ 30 mensais, e a vizinhança se sente segura. “A gente só pede por segurança mesmo. Por vezes, chego em casa de madrugada. Ligo para o segurança, ele vem até a minha casa e me espera entrar. É um trabalho preventivo. A polícia não vai te acompanhar na chegada em casa. E eles não andam armados nem nada. É só uma segurança na hora de chegar em casa”, conta uma moradora.

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