Segmento de segurança privada tem aumento de demanda no final do ano

No período de novembro a janeiro, o setor de segurança privada no Paraná registra aumento superior a 15% na demanda de serviços de segurança patrimonial. Os fatores que contribuem para o crescimento, segundo o Sindesp – Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado do Paraná -, são o maior movimento no comércio e as férias escolares, quando muitas famílias viajam e deixam as residências sozinhas.

Segundo Jéferson Nazário, presidente do Sindesp, “nos últimos três anos, observamos um crescimento de mais de 15% em nossos serviços, a partir do mês de novembro. As pessoas que procuram por serviços de segurança, querem evitar riscos para as suas residências quando estas estiverem fechadas. Muitas famílias viajam no período das festas de final de ano e das férias escolares, e para prevenir problemas, contratam serviços de segurança patrimonial”, explica. Outro fator que leva a decisão de contratar este serviço está diretamente relacionado com a maior circulação de dinheiro no final do ano. “Os assaltantes estão sempre atentos à movimentação no comércio em geral. É preciso adotar medidas preventivas de segurança, para evitar situações de risco e problemas sérios”, destaca Jéferson Nazário.

Segurança é assunto sério

1CMP Segmento de segurança privada tem aumento de demanda no final do ano

A escolha de um serviço de segurança requer alguns cuidados indispensáveis, para se evitar o risco de ser assistido por empresas clandestinas e profissionais despreparados. “Para não errar na escolha, em primeiro lugar, recomendamos que as pessoas interessadas em contratar um serviço de segurança, entrem em contato com a Polícia Federal ou com o Sindesp, que tem a relação de todas as empresas legalizadas e poderá orientar o cliente de forma correta”, alerta Jéferson Nazário, acrescentando que “toda empresa de segurança privada deve ter registro na Polícia Federal, conforme determina a Lei nº. 7.102/83, que exige estrutura condizente com a realidade, veículos de transporte adequados, caracterizados e agentes formados por academias autorizadas pela Polícia Federal”.Também é aconselhável conhecer os tipos de equipamentos e serviços oferecidos, os preços e a estrutura que a empresa oferece.

O Paraná tem 73 empresas autorizadas a prestar serviços de segurança privada em transporte de valores, escolta armada, segurança pessoal e vigilância normal, entre outras, com um total de 20 mil profissionais atuando, um efetivo maior do que o da segurança do Estado, que tem uma média de 17 mil homens.Em Curitiba, 38 empresas são filiadas ao Sindesp e todos os anos são vistoriadas pela Polícia Federal.

Para combater a segurança clandestina está em tramitação no Congresso Nacional, o projeto de Lei nº. 4.594/2004, que qualifica como crime a contratação de serviço de segurança privada clandestina e a utilização de vigilantes sem treinamento e registro na Polícia Federal. “Com a aprovação dessa nova lei, as empresas clandestinas serão obrigadas a se enquadrar, pois ela prevê que quem contrata ou oferece segurança clandestina, vai responder criminalmente e poderá pegar de um a quatro anos de prisão. Mas é preciso, também, que quem contrata tenha a responsabilidade de se certificar se a empresa está atuando na legalidade, até mesmo para evitar que, no futuro, tenha que responder por omissão ou conivência das ações destas pessoas”, ressalta o presidente do Sindesp.

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