Em um mês, R$ 7,5 mi são roubados de carros-fortes

Em apenas um mês, o Estado de São Paulo registrou o roubo de cerca de R$ 7,5
milhões em três assaltos a carros-fortes. Um empresário morreu numa das ações.
Outras duas tentativas frustradas de roubo a veículos que transportam valores
deixaram duas pessoas baleadas.

O levantamento foi feito pelo R7 com base em dados da Secretaria de Segurança
Pública de São Paulo. Os assaltos aconteceram entre os dias 13 de outubro e 13
de novembro. Até agora, a polícia prendeu apenas um suspeito.

1CMP Em um mês, R$ 7,5 mi são roubados de carros fortes

O especialista em segurança Jorge Lordello avalia que os assaltos carros-fortes
são praticados por quadrilhas que precisam se financiar.

– Esses roubos estão associados às necessidades das quadrilhas organizadas
alimentarem

o giro de capital para abastecer outros tipos de crimes, como o tráfico de
drogas e o tráfico de armas.

Procurada pela reportagem, a Secretaria de Segurança Pública limitou-se a dizer,
por meio de nota, que os roubos estão sendo investigados pela polícia.

Os crimes

Na primeira ação, ocorrida no final da tarde de 13 de outubro, na cidade de
Amparo, a 133 km da capital, os criminosos conseguiram levar R$ 1 milhão.

O carro-forte seguia com os três seguranças pela rodovia SP-95. Na altura do km
52, o veículo foi interceptado por um carro com quatro assaltantes armados, que
saíram do automóvel atirando contra o veículo da empresa de valores. Usando
explosivos, os ladrões conseguiram arrombar a porta do cofre e roubar uma maleta
de dinheiro.

Em outra ação, desta vez na manhã de 4 de novembro, bandidos renderam um
vigilante que estava dentro de um carro-forte em frente da estação ferroviária
Guapituba, em Mauá, na Grande São Paulo. Ele esperava outros dois seguranças,
que retiravam malotes de dinheiro dos guichês da estação.

Os criminosos assumiram então o controle do veículo da empresa, algemaram o
segurança e levaram cerca de R$ 1,5 milhão. A polícia não tem pistas dos
criminosos.

Um dia depois, por volta das 18h30, um grupo conseguiu roubar cerca de R$ 5
milhões em um assalto considerado cinematográfico. O roubo aconteceu na rodovia
Anhanguera, na altura do km 161. Um empresário, que passava de carro no local na
hora do crime, foi atingido por uma bala perdida e morreu.

Dois carros-fortes, um deles usado como escolta, seguiam pela estrada no sentido
do interior do Estado, quando a passagem bloqueada por dois carros. Os bandidos
pararam também um ônibus atravessado na pista para impedir o trânsito.

Um grupo de 12 homens armados com fuzis e metralhadoras desceu dos veículos e
atirou contra os carros da empresa de segurança. A quadrilha explodiu o cofre do
carro-forte e roubou os malotes. Quatro dias depois, um suspeito de envolvimento
no roubo foi preso na zona norte da capital paulista.

Tiroteios

Por outro lado, em duas outras ações, em 11 e 13 de novembro, vigilantes dos
carros-fortes conseguiram impedir o roubo, mas duas pessoas ficaram feridas.

Em 11 de novembro, uma tentativa de assalto a um carro-forte resultou em intensa
troca de tiros entre bandidos e vigilantes de uma empresa de valores, em São
Mateus, na zona leste. Quatro seguranças faziam entregas, quando foram
surpreendidos por bandidos em dois veículos. Eles atiraram na direção dos
vigilantes, que revidaram. No tiroteio, um homem que passava pelo local foi
atingido duas vezes. Socorrido, ele sobreviveu.

Já em 13 de novembro, o tiroteio aconteceu perto de uma estação do Metrô na zona
leste. Quatro homens armados tentaram roubar um carro-forte que recolhia malotes
com cerca de R$ 20 mil, na estação Penha, por volta das 10h.

Dois vigilantes da empresa de segurança levavam o dinheiro ao veículo quando
foram abordados por um grupo fortemente armado. Os bandidos atiraram contra os
vigilantes. O tiroteio acabou ferindo o braço de um vendedor ambulante.

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  1. Ivanilson disse:

    Até qando a politica a lei vai continuar deixando a categoria nessa situação.Bandidos podem andar com fuzil e pistola.Qando a categoria treinado não pode portar.Se tem motivo para não possui em tão melhora as condições aumentando o treinamento e mais segurança para a categoria.

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