Chefes de Segurança de Copa e Olimpíada vão a Israel em busca de soluções

 Chefes de Segurança de Copa e Olimpíada vão a Israel em busca de soluçõesChefes de Segurança  da Copa 2014 e dos Jogos de 2016 participaram de conferência de Segurança Pública

Chefes de Segurança da Copa 2014 e dos Jogos de 2016 participaram de conferência de Segurança Pública

Os principais chefes de Segurança da Copa 2014 e das Olimpíadas 2016 participaram de uma conferência internacional de Segurança Pública em Israel, na qual tiveram a oportunidade de absorver informações de outros países e examinar equipamentos que poderão ser úteis aos grandes eventos esportivos que ocorrerão no Brasil.

O secretário extraordinário para Grandes Eventos, Valdinho Jacinto Caetano, o gerente geral de Segurança da Copa, Hilário Medeiros, e Luiz Fernando Corrêa, diretor de Segurança das Olimpíadas, estavam entre as personalidades mais importantes que participaram da conferência.

Bastante abordados por diversas empresas que lhes oferecem todos os tipos imagináveis de equipamentos e sistemas de segurança, os diretores brasileiros afirmam que “o mais importante no momento é encontrar um software que possa fazer a integração entre os diversos sistemas de segurança, tanto federais como estaduais”.

1CMP Chefes de Segurança de Copa e Olimpíada vão a Israel em busca de soluções

De acordo com Caetano, o objetivo é “eficácia e fluidez” na segurança. “Queremos que a Copa do Mundo seja uma grande festa esportiva, com um  componente eficaz e discreto de segurança”, disse o secretário ao Terra, “e não um evento de segurança com vertente esportiva”.

“Não queremos inundar o evento com agentes de segurança e soldados, buscamos sistemas que permitam que o público se sinta à vontade e que possam executar uma vigilância rigorosa, mas que atrapalhe o minimo possivel a fluidez dos acontecimentos”.

De acordo com Hilário Medeiros, “mexer com multidões não é problema para o Brasil, temos muita experiência com grandes eventos, o que buscamos para a Copa é a integração e a padronização de todos os nossos sistemas de segurança”.

Em palestra perante a plenária da conferência, Medeiros lembrou que o Brasil tem 27 polícias militares e 27 polícias civis, além de diversos outros tipos de polícias.

“Em um evento da dimensão da Copa é fundamental a integração e a colaboração de todos os órgãos”, acrescentou.

Em entrevista ao Terra, Medeiros disse que o Brasil “está criando uma nova profissão – o agente de segurança de grandes eventos”.

“Estamos treinando tanto agentes públicos como privados”, acrescentou, “e o treinamento dos agentes privados será supervisionado pela Policia Federal”.

Durante a conferência em Tel Aviv, os brasileiros se encontraram com chefes de Segurança da Olimpíada realizada em Londres.

“Em Londres a grande participação da segurança privada não deu certo e os ingleses tiveram que recorrer ao Exército”, disse Luiz Fernando Corrêa, “obviamente estamos preparando um plano B”.

De acordo com Corrêa, antes da Olimpíada haverá outros grandes eventos no Brasil, além da Copa do Mundo.

“Teremos ainda a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude, e até 2016 poderemos aprender muito da experiência de todos esses eventos”, disse.

Para Caetano, com a grande oferta de mão-de-obra da segurança privada brasileira, diminui a possibilidade de que o ocorrido em Londres possa se repetir durante a Copa no Brasil.

“Temos 4 vezes mais seguranças privados no Brasil do que necessitaremos na Copa do Mundo”, afirmou o secretário extraordinário.

O orçamento de Segurança para a Copa do Mundo, da Secretaria Extraordinária, é de R$ 1,17 bilhão, a maior parte desse valor será destinada à compra de equipamentos.

Entre outros equipamentos serão comprados kits antibombas, plataformas de observação elevadas e móveis, delegacias móveis (em ônibus adaptados), e tecnologia embarcada, na qual todos os canais de comunicação, inclusive rádio e vídeo, são integrados dentro de veículos.

O secretário extraordinário se mostrou muito otimista quanto ao legado que os grandes eventos esportivos deixará para o Brasil.

“Não tenho a menor dúvida de que os grandes eventos que estamos planejando irão gerar uma melhora significativa no patamar de segurança para o cidadão brasileiro”, disse.

Para ele, a organização dos eventos também poderá mudar a cultura de gerenciamento no Brasil.

“Em eventos dessa dimensão teremos que implementar um gerenciamento compartilhado. Deverá haver colaboração e coordenação entre todos os órgãos, em vez de disputa”, concluiu.

Fonte: terra.com.br

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