Em SP, dois terços das empresas de segurança privada são clandestinas

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1854678 Em SP, dois terços das empresas de segurança privada são clandestinasLevantamento é do sindicato que representa as empresas no estado de SP.
Serviço irregular aumenta risco de contratação de pessoas despreparadas.
O aumento da procura por empresas de segurança privada também elevou o número de estabelecimentos clandestinos que oferecem o serviço.
Segundo o Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica, Serviços de Escolta e Cursos de Formação do Estado de São Paulo (Sesvesp), para cada uma das 400 empresas de segurança privada do estado de São Paulo existem duas que atuam de forma irregular. Além de não ter a garantia de um serviço eficiente, contratar uma empresa irregular aumenta o risco de contratar pessoas despreparadas para trabalhar na segurança, alerta Emerson Carvalho, do Sesvesp.

Para funcionar dentro da lei, este tipo de estabelecimento depende de autorização da Polícia Federal e a orientação para quem vai contratar o serviço é exigir a apresentação desse documento, o alvará de funcionamento e o certificado de segurança. Essa documentação comprova que a empresa de vigilância atende a várias exigências, como uma estrutura física que incluem local adequado para guardar armas e um departamento operacional, que conta com comunicação por rádio. Também é necessário ter, no mínimo, uma viatura e 15 vigilantes contratados e capacitados.

1CMP Em SP, dois terços das empresas de segurança privada são clandestinas

seguranca Em SP, dois terços das empresas de segurança privada são clandestinasA Superintendência da Polícia Federal em São Paulo informou que fiscaliza todas as denúncias de atuação de empresas irregulares que atuam no setor.

No interior do estado de São Paulo, o trabalho é feito pelas delegacias locais, como em Campinas, Ribeirão Preto e Araraquara. Segundo a PF, o trabalho dos fiscais prioriza locais onde há maior circulação de pessoas, como casas noturnas e clubes esportivos.

A lista de empresas autorizadas pode ser consultada no site da Polícia Federal, informando o CNPJ do estabelecimento.

Projeto

O Ministério da Justiça vai encaminhar ao Congresso Nacional um projeto para um novo Estatuto da Segurança Privada, um conjunto de regras que as empresas do setor devem obedecer. O ministério está colhendo sugestões da Polícia Federal, dos bancos e sindicatos, para escrever a nova proposta, que deve ser encaminhada até julho.

Um projeto de lei em discussão na Câmara dos Deputados quer tornar crime a contratação de empresas de segurança irregulares. A proposta está em discussão desde 2004 e aguarda a criação de uma comissão especial para os debates.

 Em SP, dois terços das empresas de segurança privada são clandestinas
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