Empresas de segurança da PB não cumprem 'lei do colete', diz sindicato

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Sindicato dos Vigilantes da Paraíba afirma que solicitou fiscalização à PF.
De acordo com presidente, vigilante morto na sexta (14) não usava aparato.

As empresas de segurança da Paraíba não estariam cumprindo a Portaria 191 da Polícia Federal, conhecida como a ‘Lei do Colete’, que as obriga a fornecer colete a prova de balas aos funcionários que portam armas, segundo informou o presidente do Sindicato dos Vigilantes do estado, Antônio Bezerra, neste sábado (15). Ele reforça que a entidade solicitou à Delegacia de Segurança Privada na Polícia Federal para realizar fiscalizações para averiguar a irregularidade.

De acordo com Antônio Bezerra, o vigilante morto durante o exercício da função no Colégio Lyceu Paraibano, em João Pessoa, na sexta-feira (14) não estaria utilizando o colete. Em todo o estado existem cerca de 6 mil vigilantes. “Nós já pedimos fiscalização porque as empresas não estão fornecendo o equipamento para cumprir o que determina a lei do colete. O vigilante em exercício do Lyceu não estava com colete, por exemplo. Isso é um problema”, frisou.

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Na manhã deste sábado (15), um grupo de vigilantes percorreu as ruas do Centro em protesto à morte e chamando atenção da população à luta por melhorias salariais. Na frente do Lyceu, eles fizeram um círculo de oração em memória do vigilante assassinado no hall da escola estadual na noite de sexta-feira (14). Após a homenagem seguiram por diversas ruas do Centro e Tambiá.

Os integrantes da manifestação também tentavam chamar atenção da população sobre o impasse no índice de reajuste. Na assembleia realizada na manhã deste sábado, apenas 36 dos 103 vigilantes presentes votaram pela greve. O empresariado ofereceu 7,5% de aumento sobre o salário de R$ 726, acrescido dos R$ 217 como gratificação por insalubridade.

O vigilante Ariosvaldo Pontes reforçou que, além do risco enfrentado por não terem o colete para trabalhar armados, os trabalhadores estão com salários defasados. “Estamos reivindicando um aumento de 10% sobre os salários e mais garantia de segurança. O vigilante morto ontem não portava o equipamento de proteção que é o colete”, frisou.

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