Vigilantes de empresa de segurança privada são expulsos de seus postos

IMG 20140908 WA0004 Vigilantes de empresa de segurança privada são expulsos de seus postos

Vigilantes da empresa LMS Vigilância e Segurança Privada estão sendo expulsos de seus postos em escolas nas quais atuam como vigilantes.

Segundo informações, a licitação que tiraria a empresa da vigilância está suspensa, portanto, os mesmos só poderiam ser obrigados a sair, após decisão judicial, fato que não ocorreu.
Em média 20 vigilantes já foram obrigados a deixar seus postos em escolas do Estado, dentre elas, 3 escolas em Laranjal do Jari e outras em Macapá, como Escola Castelo Branco, Escola Raimunda dos Passos, Escola Ruth Bezerra, Escola São Lázaro, Escola Maria Cavalcante de Azevedo Picanço, Escola Brasil Novo, entre outras.
Desde o dia 02 de julho o certame do Pregão Eletrônico º 010/2014-SEED/AP foram suspensos por suspeita de irregularidades, portanto a empresa vencedora do pregão anterior e que já era responsável pela execução do serviço, deveria continuar com o mesmo até que o certame fosse retomado ou que uma decisão judicial obrigasse o contrário.

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Vigilantes são retirados a força

Porém, segundo funcionários da empresa em questão, os vigilantes estão sendo retirados pela Polícia Militar à força, a mando do Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Educação do Estado (SEED).Os funcionários foram conduzidos até o Ciosp do Pacoval e lá deixados. Alguns chegaram a passar mal e desmaiar. A vigilante Maria Divina da Silva, de 40 anos, atua como vigilante há 4 anos e estava em seu posto no Centro de Estudo Supletivos Professor Paulo Melo, na manhã de segunda-feira (08) quando a diretora dirigiu-se a ela e afirmou ter recebido uma ordem da Secretaria de Educação para que toda a responsabilidade fosse passada para a vigilante de outra empresa e  que ela se encaminhasse para os fundos do colégio. “A gente se sente mal, totalmente constrangida, a justiça deveria decidir logo essa situação, pois é difícil, é humilhante. Todos os dias ficam rindo da nossa cara e a gente tem que aguentar calado”, desabafa a vigilante. De acordo com o gerente operacional da LMS, Herivan Silva, essas são ações arbitrárias, pois o contrato está suspenso, mas isso não seria motivo para constranger os trabalhadores que possuem famílias para sustentar. “A revelia dessa decisão de suspensão a subsecretaria de educação, está mandando tirar a força os vigilantes em todos os postos do Amapá, então a partir do momento em que a empresa não foi comunicada judicialmente, isso não pode acontecer, se tivessem nos comunicado, teríamos retirado nossos funcionários”, afirma.
O gerente operacional diz ainda que quando a situação chegou ao conhecimento do delegado plantonista, ao verificar a documentação e analisa-la, falou que o ato era uma arbitrariedade, pois a empresa estava amparada judicialmente para atuar na vigilância das escolas. “Eu acho o absurdo mobilizar toda a PM do Estado para intimidar trabalhadores, enquanto a situação da segurança está um caos. Estamos vivendo tempos de ditadura em nosso estado”, declara.

 

SEED faz esclarecimentos

A Secretaria de Estado da Educação (Seed) emitiu uma nota de esclarecimento, sobre o caso envolvendo a LMS:
– Todos estão acompanhando as consequências das atitudes dos responsáveis pela empresa L.M.S., eliminada no processo licitatório para executar serviços de segurança nas escolas estaduais. Embora tenha sido desclassificada no pregão eletrônico, a L.M.S, que vinha prestando serviços de vigilância para a secretaria de educação, vem  coagindo seus empregados a permanecerem vinculados a ela, assim, no decorrer da semana de 1 à 5 de setembro, supervisores da mesma impediram a entrada de novos vigilantes em mais de dez escolas, bem como obrigaram alguns vigilantes a retirar o uniforme da nova empresa, sob ameaça de demissão por justa causa;
– Diante da desobediência da empresa L.M.S., que se negou a cumprir notificação da SEED para que deixasse os postos de trabalho no dia 31 de agosto, o Governo do Estado do Amapá agiu para garantir a efetiva execução dos 11 novos contratos de Vigilância desarmada para a Rede Estadual de Ensino, lembrando que é atribuição do estado garantir a paz social.
– A abordagem da Polícia Militar, convocada para efetivar a notificação da SEED, ocorreu dentro da normalidade, em alguns postos diante de casos de desacato, os responsáveis foram levados ao Ciosp do Pacoval.
– Além disso, a L.M.S. prejudicou seus trabalhadores, pois não deu aviso prévio aos vigilantes dos postos da SEED, impedindo com isso que as novas empresas cumprissem a Convenção Coletiva de Trabalho e absorvessem a mão de obra da empresa sucedida;
– A Procuradoria Geral do Estado entende que as medidas judiciais interpostas pela empresa L.M.S são meramente protelatórias já que a continuidade do procedimento licitatório, a finalização da homologação, a contratação das empresas vencedoras e a expedição das respectivas ordens de serviço finalizam o pregão eletrônico nº 010/2014-Seed/AP e não há como interromper aquilo que está encerrado.

 

Fonte: http://www.jdia.com.br/

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Uma Resposta para “Vigilantes de empresa de segurança privada são expulsos de seus postos”

  1. cleber disse:

    Palhaçada: é a palavra q resume isso..vergonha etc…

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