Vigilantes patrimoniais e transporte de valores param atividades

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A mobilizaçãodos Vigilantes patrimoniais, com que contou com o apoio de familiares, serviu para reivindicar segurança e melhores condições de trabalho

Trabalhadores da Empresa Preserve, do setor de segurança e transporte de valores, decidiram paralisar as atividades na manhã desta quarta-feira (10), após uma manifestação em frente à sede da empresa, localizada na Rua Honorato Bonfim, em Feira de Santana.

A mobilização, com que contou com o apoio de familiares, serviu para reivindicar segurança e melhores condições de trabalho. Eles reclamam que os carros são sucateados e estão com muito tempos de uso. O protesto vem na esteira do acidente ocorrido no último sábado (6) na BA-052, que vitimou um segurança e deixou mais três feridos em Ipirá. O carro forte da empresa capotou na via, segundo informações, após um pneu estourar.
“Aqui na empresa tem carros que estão rodando com o ano de 1987 e o mais novo é de 2001 os veículos são todos remoldados, barra de direção soldadas, todos carros velhos e um carro transitando nestas condições para acontecer um acidente é fácil”, disse Alison Alves Brito, funcionário da empresa há três anos.

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 Paralisação de Vigilantes patrimoniais

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Outra vítima de acidente em horário de trabalho é Alison Alves, que informou estar afastado pelo INSS por conta dos acidentes. “Eu mesmo já sofri vários acidentes envolvendo carros da empresa, esse que aconteceu no sábado dia 6 é o segundo acidente desse tipo. O primeiro foi em novembro de 2013. O veiculo apresentou problemas na barra de direção e colidiu de frente com uma carreta e matou o nosso colega de trabalho Paulo Ricardo Nazário de Lima”, declarou.
Outra reivindicação da categoria é um convênio médico que ofereça serviço de qualidade, apoio da empresa, entre outros. Os funcionários permanecem em frente à sede da empresa e não entraram para realizar os trabalhos, desde as 6h da manhã de quarta-feira (10). Cerca de 100 pessoas aderiram à paralisação. Um dos funcionários envolvido no acidente teve alta na segunda-feira (9) e os outros dois já se encontram em casa.

“Eu também estou aqui para reivindicar da empresa que ela ofereça melhores condições de trabalho, para essas pessoas. Será que vamos esperar mais quantos morrem para mudar essa situação? Vai esperar acontecer outro acidente? As condições que esses homens trabalham aqui é sub-humana. Os pneus dos carros todos reformados, carros com muitos anos de usos”, disse Manuela Oliveira de Andrade noiva de Leandro Freitas, que morreu no acidente no último sábado.

Fonte: http://www.jornalfolhadoestado.com/

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