As imagens registradas pelo celular mostram claramente as cenas de guerra em uma troca de tiros entre traficantes e policiais por cerca de duas horas no complexo de favelas do Alemão, no Rio de Janeiro. O capixaba Marcos do Val, membro e instrutor da Swat, o grupo de elite da polícia norte-americana, conseguiu gravar os momentos de susto que enfrentou em uma visita ao local na tarde da última quarta-feira (25). Segundo ele, o objetivo de sua visita ao Rio de Janeiro era preparar um evento que acontecerá no ano que vem e contará com a presença de policiais americanos, além de ter a oportunidade de conhecer melhor o trabalho dos policiais que atuam na região. “Conheci o 16º BPM e perguntei se tinha algum problema em ir com eles à favela. Gosto de ver a realidade do Brasil e sempre falo sobre o que acontece aqui lá nos Estados Unidos”, comentou ele. Visitas em outras favelas junto com o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) do Rio de Janeiro já foram realizadas pelo instrutor capixaba. Porém, desta vez, a recepção não foi amigável. “Fizemos a primeira curva para entrar na favela e já fomos recebidos a tiros pelos traficantes que portavam armas longas. Foram segundos de desespero. Precisávamos nos proteger e estacionar as viaturas”, desabafou. Marcos destacou, contudo, que o momento não pode ser descrito como sendo de pânico, pois os policiais estão acostumados com situações de risco e estavam preparados para o momento. Mas, a troca de tiros que durou cerca de duas horas, o deixou bem assustado. O tiroteio foi cessado apenas quando a polícia decidiu recoar, atenta ao horário escolar e a preocupação de atingir crianças. “Os bandidos costumam se aproveitar da situação e atingem crianças para depois colocar a culpa nos policiais”, lamentou. O capixaba aproveitou o momento para comparar e apontar as diferenças na atuação da justiça americana e a brasileira. “Bandidos raramente fazem disparos contra policiais da Swat, pois as leis do Texas são rígidas. Lá, se criminosos matarem um policial eles pegam pena de morte. É uma realidade diferente e isso intimida. Aqui, policiais enfrentam de peito aberto o crime, o que nos Estados Unidos é considerado um confronto de guerra. E é isso, a polícia daqui atua numa verdadeira guerra civil”. Na próxima quarta-feira (1º), Marcos irá apresentar as imagens feitas pelo celular em uma conferência da Swat nos Estados Unidos. Com relação ao Estado, ele constata: “os capixabas tem uma vida relativamente segura, se compararmos com o Rio de Janeiro”.

    1 Response to "Capixaba da Swat é recebido com tiros em favela do Rio. Confira o vídeo!"

    • mário

      gostaria de dizer em 1º lugar que nosso brasil só terá jeito uma vez,que os governo começarem a gorvernar para o povo assim teremos mas saude educação dignidade e respeito pela vida e a familia então entra~´a a função tambám da familia começar a adotar seu filho do contrário o trafico adotará assim fica minha opinião espero em poder opinar outros temas que envolva a sociedade.tel para contato:8838-29-43.

      so

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