Os promotores Paulo José de Palma e Paulo Rogério Bastos Costa, da Vara de Execuções Criminais de Taubaté, emitiram na segunda-feira, 18, parecer desfavorável à progressão da pena de Suzane von Richthofen - condenada a 39 anos e 6 meses de prisão pelo assassinato dos pais, em outubro de 2002 - para o regime semiaberto. A promotoria do caso pediu também exame criminológico em Suzane, para avaliação psicológica, psiquiátrica e de ressocialização. O Ministério Público foi acionado após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que deu a Suzane o direito de pedir progressão para o regime semiaberto (no qual trabalha de dia e volta à noite para a prisão). A defesa já pleiteou a progressão à 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté. Para os promotores, Suzane não apresenta "prova de melhora íntima", nem "início de ressocialização" e a promoção seria "totalmente despropositada". A decisão está com o juiz Luís Geraldo Lanfredi, da Comarca de Taubaté, que tem cinco dias para se manifestar.

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