Estelionatário
Antônio Alberto cobrava até R$ 2 mil pelos cargos
Ir dormir como chefe de gabinete de um procurador-geral da União e acordar como vítima do golpe de um estelionatário. Esta foi a sensação de uma das vítimas de Antônio Alberto Belarmino Mesquita, de 48 anos. Ele prometia cargos públicos em troca de valores e se apresentava como procurador-geral da União, procurador-geral do Estado e advogado. Antônio Alberto cobrava até R$ 2 mil pelos cargos. Quando se passava por advogado, o estelionatário dizia às vítimas que conseguiria aposentadorias para elas no  Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) a troco de R$ 300. Segundo o levantamento preliminar da Polícia Militar, o homem foi preso na manhã desta sexta-feira (19) por policiais do Serviço Reservado do Comando de Policiamento Ostensivo Metropolitano. As investigações apontam um número de pelo menos 40 vítimas em três meses de ações. Em entrevista à equipe de reportagem, Antônio disse que não acreditava que estava aplicando um golpe, que não estava roubando ninguém e que não arrecadou dinheiro nenhum. Ele se apresentou à polícia como professor de matemática. Mas quando questionado sobre a raiz quadrada do número nove, Antônio Alberto não soube responder e se complicou. Ele já foi preso há três anos, também por estelionato. (Com informações de Nuno Moraes)

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