Setor de segurança privada é ampliado com a Copa

Expandir a segurança privada é um dos pontos positivos que a Copa do Mundo de 2014 já proporciona ao segmento. Com o novo estatuto, no que diz respeito à formação de novos vigilantes e reciclagem dos profissionais, o setor começa a se enquadrar nas exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa). Entre as vantagens, os maiores benefícios são a integração das forças de segurança pública e privada; novo código de conduta; ampliação dos serviços; e disponibilidade de vagas. Grande número de empresas clandestinas, pouca visibilidade do governo e algumas grades desatualizadas, são alvos de reclamações por parte dos empresários e profissionais que atuam em corporações associadas ao Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Distrito Federal (Sindesp/DF). Contudo, os eventos esportivos já mostram algumas mudanças positivas para o sindicato. “Essa oportunidade surgiu em um momento propício para o segmento de segurança privada. Queremos investir ao máximo na profissionalização dos novos vigilantes e aprimorar os cursos de reciclagem, haja vista que a terceirização é a prática que mais emprega pessoas no Brasil. Será uma oportunidade de aprendizado aos aspirantes e um meio de aperfeiçoar o trabalho dos profissionais’’, conta o presidente do Sindesp/DF, Irenaldo Lima. O investimento da Polícia Federal, previsto até 2014, para regular, fiscalizar e controlar a atividade de segurança privada no país é, aproximadamente, de R$ 9,8 milhões. Irenaldo acredita que esse é o primeiro passo para que as empresas e seus funcionários sejam vistos pelas autoridades. “O período entre 2013 a 2014 é considerado produtivo para o sindicato, todas as atenções estarão voltadas para o país, não podemos deixar a desejar na segurança’’, diz. Para o presidente, investir em segurança privada é uma forma de tranquilizar a sociedade. “Nossa intenção não é oferecer os serviços apenas nos eventos, mas mostrar que estamos aqui, preparados para agir, confiando no apoio do governo’’, reforça.

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