Nos últimos anos, vem aumentando o número de empresas que utilizam cães de guarda para a segurança de imóveis. Mas, essa prática pode estar com os dias contados no Rio Grande do Sul. Projeto de lei que tramita na Assembléia Legislativa gaúcha proíbe a prestação de serviços de vigilância de cães de guarda com fins lucrativos. O texto, que já foi aprovado por duas comissões, estipula um prazo de 12 meses para as empresas retirarem totalmente seus animais do mercado e, ao término desse período, o cão não poderá ser abandonado, sujeito a sofrimentos físicos ou eutanasiado. Ainda segundo o projeto, o cão ‘aposentado’ deve ser destinado pelo seu proprietário a um local qualificado ou, então, encaminhado pelo poder público. A proposta do deputado Paulo Odone deve ser analisada pela comissão de Saúde e Meio Ambiente, antes de ir a plenário ainda este ano. Cães da raça pitbull estão entre os mais utilizados para segurança privada. Segundo o deputado, esse animais vivem completamente fora de qualquer contato humano, apenas o do seu treinador, o que é um tratamento perverso ao animal; são submetidos a altas cargas de estresse e maltratados. Em Porto Alegre existem 25 empresas que possuem cães para aluguel. Valeu, deputado. Vamos torcer para que esse projeto vire lei federal.

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