Vigilante foi levado algemado, o que revoltou a população e resultou no bloqueio da rua com sacos de lixo e tampas de bueiro.

Motoristas de carro-forte e vigilantes protestam na frente da sede da Prosegur (Foto: Carolina Sanches/G1) Categoria cobra resposta da PM sobre prisão de motorista na terça-feira. Grupo também exige segurança e apoio das empresas de vigilância. Motoristas de carros-fortes e vigilantes protestam na frente da sede da Prosegur. (Foto: Carolina Sanches) Um dia após a prisão de Adielson Martins, motorista da empresa de segurança privada Prossegur, por desacato à autoridade, em Maceió, os vigilantes e motoristas do segmento realizam um protesto em frente à empresa, no bairro do Trapiche. O grupo cobra uma resposta da Polícia Militar, sobre a atitude que eles consideram "abusiva". "Queremos uma resposta do comando da polícia. Vamos esperar juntar um contingente de cerca de 200 motoristas e vigilantes e caminharemos até a corregedoria da PM para cobrar um posicionamento. Aquela prisão do colega foi um absurdo. Ele estava trabalhando, fardado, e saiu algemado. Isso é uma vergonha", destacou o presidente do Sindicato dos Carros-Fortes, Wesdley Guilherme. "Em 50 anos de empresa, desde que a Prossegur ainda era Nordeste, isso nunca tinha acontecido. Atualmente anda acontecendo um monte de demissões sem justa causa e a empresa não fica do lado do trabalhador", completou Wesdley. Alan David, um dos motoristas da empresa, também se queixou do descaso da empresa e cobrou melhorias de trabalho. "Ontem o nosso colega foi preso e a empresa demorou 3h para enviar um advogado. Nas audiências trabalhistas normalmente a empresa fica contra nós trabalhadores", disse. "Além disso, cobramos mais segurança durante o trabalho. Só neste ano foram mais de 60 roubos de armas de vigilantes e a polícia não faz nada. O maior patrimônio da empresa é o dinheiro e as armas, então ela estão começando a tirar as armas da gente e nos deixa com armamento precário, o que nos expõe mais ainda". Entenda o caso O motorista da Prossegur, Adielson Martins, foi preso na tarde da terça-feira (8), após um desentendimento entre a Polícia Militar no centro de Maceió. Os funcionários da empresa de vigilância privada estacionaram o veículo na rua Rua Cincinato Pinto com a rua Senador Mendonça para fazer o transporte de malotes. Motorista do carro-forte foi preso por desacato  (Foto: Fabiana De Mutiis/G1) Motorista do carro-forte foi preso por desacato (Foto: Fabiana De Mutiis) Segundo um policial da Radiopatrulha, o motorista teria estacionado em local proibido, o que foi o motivo da discussão. Adielson e outros três vigilantes se trancaram no carro e lá ficaram por cerca de duas horas. O carro-forte foi cercado pela polícia. A população chegou a pensar que estava ocorrendo um sequestro ou assalto. Quando a reportagem do G1 chegou ao local e havia quatro carros da PM e cerca de dez policiais. Adielson foi levado algemado, o que revoltou a população e resultou no bloqueio da rua com sacos de lixo e tampas de bueiro. O motorista do carro-forte só saiu quando chegou um funcionário da Prossegur, que o convenceu a se entregar. Dois policiais ficaram com as armas em punho aguardando a saída do vigilante. Ele foi revistado, algemado e levado para a delegacia.

3 thoughts to “Vigilante foi levado algemado, o que revoltou a população e resultou no bloqueio da rua com sacos de lixo e tampas de bueiro.”

  1. EU TAMBEM SOU VIGILANTE MAIS PESSOAL PROSSEGUR E MUITO FOLGADO POLICIA TEM REPLIMIR MESMO DESACATOU TEM IR PRESO A PROSSEGUR NAO TEM UNIAO NEM COM OS PROPRIO COMPANHEIROS DELES OS VIGILANTES BANCARIOS NAO COMBINA COM TRANSPORTE DE VALORES SO PARA TER UMA IDEIA PROSSEGUR

Deixe uma resposta