A Inteligência Profissional nada mais é do que a aptidão para aprender, pensar e criar estratégias em situações de complexidade. A complexidade encontra-se na multiplicidade de informações e incertezas que se configuram a partir de avaliação e de reflexão sobre a realidade organizacional e da sua coerência com as políticas e tendências. Está ligada à capacidade de tomada de decisão no planejamento e na avaliação institucional. Dentro dessa premissa, cabe a seguintes indagação: O profissional de segurança privada é considerado – ou considera-se - “profissional de aprendizagem”? O profissional de segurança privada precisa entender que – para tanto - é necessário adotar “qualidades inteligentes”, ou seja, reconhecer o novo, reconsiderar as próprias ideias e avaliar constantemente a qualidade da própria produção. Seu espírito organizacional deve ser forjado não só no orgulho e no desejo de pertencer à organização, mas também no compromisso com a reaprendizagem constante, na renovação crítica e na inventividade coerente com os resultados e com as políticas assumidas. E as empresas de segurança? O que sabem sobre as pessoas que nela convivem e sobre como motivá-las? Quais as estratégias utilizadas para motivação? Até que ponto o corpo administrativo e o corpo executivo indagam se o desinteresse das pessoas está associado ao fato de não saberem aquilo que nunca lhes foi ensinado? Até que ponto o clima organizacional é incentivador? Até que ponto os profissionais se sentem valorizados e aceitos? Além destas: Qual o motivo para as empresas de segurança não investirem no incentivo e na ajuda financeira aos profissionais que querem se especializar? Eis a principal questão.   Fonte: http://blogdoprofessorlampert.blogspot.com.br/

    1 Response to "Segurança privada e inteligência – algumas indagações"

    • Josias

      Temos que ser mais valorizados e troca easas armas etc

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