‘Não eram para mim esses tiros’, diz vigilante que viu morte de casal na PB

Vítima foi atingida com tiro no peito e está internada no Trauma. Duplo homicídio aconteceu após casamento em Campina Grande. Vigilante acha o atirador viu na hora em que ele se aproximava e o atingiu. O vigilante atingido com um tiro no peito, em frente a uma casa onde acontecia um casamento em Campina Grande no sábado (29), afirmou nesta terça-feira (1º) à reportagem da TV Paraíba que não era o alvo dos disparos que mataram um casal e o deixaram ferido. "Não eram para mim esses tiros. Talvez a pessoa que atirou viu que na hora eu ia me aproximando e me atingiu", afirmou. O crime aconteceu após um casamento, na noite do sábado. O casal chegou até a casa de recepções por volta das 18h e estacionou o carro no canteiro central da rua. Quando os dois saíram do local e voltavam para o carro, por volta das 21h30, foram abordados pelo assassino, que estava a pé e já se aproximou atirando várias vezes. Washington Luiz, de 51 anos, foi baleado no peito e Lúcia Santana, de 42 anos, atingida com um tiro na nuca. O vigilante tem 45 anos, atua na rua onde o crime aconteceu, no bairro do Catolé, e continua internado no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Ele não corre risco de morte e apresenta quadro de saúde estável. Segundo o depoimento do vigilante, dois homens encapuzados atiraram várias vezes. Ele conta não ter visto nada porque ficou de costas para o atirador. "Sou vigilante da rua, fico transitando. No momento em que cheguei perto do restaurante, o rapaz saiu de trás de um carro com outro encapuzado, já foram atirando no casal. Uma bala me atingiu, daí não vi mais nada porque me desesperei e dei as costas para o indivíduo. Só ouvi os tiros continuando, mas não deu para ver a fisionomia", afirmou. Apesar do medo, o profissional assegura que vai continuar trabalhando. "O pensamento é achar que vai morrer, fica sempre relembrando na mente o momento. Na hora é tudo rápido, não vê quase nada. Questão de trabalho, hoje em dia, você está sujeito a qualquer coisa e eu pretendo continuar, porque não tenho outra renda", disse o vigilante. Entenda o caso Segundo a delegada de homicídios Tatiana Matos, que investiga o crime, pelo menos 10 pessoas estão sendo ouvidas pela Polícia Civil. A polícia descartou que o crime registrado tenha sido um latrocínio, que se configura com roubo seguido de morte. "Temos caracterizado aqui um crime de execução, uma vez que não há indícios de que fosse haver um roubo", disse.  
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