Trabalhadores da categoria pedem plano de saúde e reajustes salariais. Sindicato disse ainda que a classe aguarda negociações com os patrões. Oito dias após o início da greve dos vigilantes bancários em Campos dos Goytacazes e outras cidades do Norte e Noroeste Fluminense, os funcionários da categoria ainda não têm previsão para encerrar o movimento. Além de Campos, profissionais de São João da Barra, São Fidélis, Natividade, Miracema e Porciúncula aderiram ao movimento. A categoria reivindica 10% de ganho real acima da inflação, ticket refeição de R$ 20 por dia trabalhado e plano de saúde. Segundo o presidente do Sindicato dos Vigilantes, Luiz Rocha, 60% dos vigilantes participam da greve. Segundo ele, através da lei de greve, um vigilante deve estar em cada agência para garantir a segurança apenas dos funcionários. O sindicato disse ainda que a classe aguarda negociações com os patrões. A reportagem do G1 ainda não conseguiu resposta do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Rio de Janeiro (Sindesp-RJ) nesta terça-feira (6). Em nota enviada pelo sindicato na útima semana, o presidente Frederico Crim Câmara informou que já houve acordo com cerca de mais de 20 mil vigilantes que irão receber 8% de reajuste salarial, retroativo a 1º de março e que será pago em maio. O sindicato conseguiu uma liminar que mantém 40% do efetivo trabalhando, sob pena de multa diária de R$ 1 mil para quem não cumprir.

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