Greve de vigilantes acaba e Maracanã terá segurança privada

A segurança privada do Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, durante a Copa do Mundo, está garantida. O Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio de Janeiro decidiu nesta manhã encerrar a greve iniciada em 24 de abril, que durou 48 dias, e poderia complicar a realização dos jogos do torneio no estádio. Em assembleia realizada na manhã desta terça-feira, na sede do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio de Janeiro, cerca de 100 vigilantes decidiram voltar ao trabalho. Segundo o sindicato, os vigilantes aprovaram a proposta de 8% de reajuste salarial, passando o piso para R$ 1.066,00 e tíquete refeição para R$ 13. O sindicato informou que os dias parados não serão descontados, nem o vale-transporte nem o tíquete-refeição, e os grevistas não serão punidos. O reajuste será retroativo a março, com as diferenças salariais pagas no percentual de 50% até o 5º dia útil de agosto e 50% até o 5º dia útil de setembro. Foi incluído um piso mínimo para eventos de R$ 100 por diária (exceção da Copa). Os profissionais que atuarem na segurança do Maracanã nos jogos da Copa do Mundo receberão R$ 15 por hora de trabalho, além de R$ 14 para alimentação e R$ 6 para transporte. O sindicato avaliou que a greve estava concentrada nas agências bancárias, com pouca adesão de outros setores da segurança privada.

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