Segurança privada espera crescer 13%

A segurança privada do Brasil, formada por 2,3 mil empresas que atuam na vigilância patrimonial, transportes de valores, escolta armada, segurança pessoal e cursos de formação de vigilantes, deverá encerrar o ano com crescimento de 13% sobre 2013, quando avançou 11%, para um faturamento de R$ 45 bilhões, segundo a Fenavist (Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores). A região Sul é responsável por 17% deste faturamento, com R$ 5,9 a R$ 6,1 bilhões. Uma das empresas criadas nesse período é a Anchieta Segurança, fundada em 1995 e adquirida em 2013 pela AST Facilities, junto com a Anchieta Serviços, integrando um grupo de empresas de dois mil colaboradores. Simples só simples O projeto do novo Simples Nacional, que elimina a restrição de categorias, mantendo só a do faturamento, foi encaminhado à sanção presidencial. Mas, antes da adesão, convém fazer cálculos. Ele vai simplificar a burocracia, mas pode elevar a tributação relativamente ao Lucro resumido ou Lucro Real, segundo a consultoria contábil Confirp. Corretor no Simples Os corretores de seguros foram incluídos na tabela 3 do Simples Nacional, de menor valor entre as do setor de serviços. A categoria já foi derrubada do mesmo projeto três vezes pelo governo Lula no veto parcial, segundo o sindicato gaúcho. A esperança dos 70 mil corretores do País é que a presidente Dilma não faça o mesmo. Sim tem que ser sim O presidente da Fiergs, Heitor Müller, que na sexta-feira começou seu segundo e último mandato, está intrigado com a linguagem utilizada no Brasil, onde o que se diz vale o contrário: “Pois não é sim, e pois sim é não”. Ele ironiza esta situação e sugere um artigo na Constituição que determine que “não é não e sim é sim”. A união de cooperativas Em paralelo ao bom desempenho e metas cada vez mais ousadas, a Central Sicredi Sul (RS e SC) está estimulando a união de cooperativas singulares de crédito para fortalecer o sistema, segundo seu diretor executivo, Gérson Seefeld. Trata-se de uma tarefa gigantesca, porque exige intensa participação de todos os associados. Ele cita neste sentido duas experiências de sucesso já concluídas na região de Santo Rosa e Ijuí. Em Santo Rosa, uniram-se três, a Grande Santa Rosa, Missões e Serro Azul, formando a Sicredi União, com 120 mil associados. E em Ijuí, quatro, a Panambi, Pestanense, Ajuricaba e Santo Augusto, formando a Sicredi das Culturas, com 45 mil associados. O objetivo principal é aumentar a capacidade de alavancagem para os negócios. Normas mundiais O movimento de união das cooperativas singulares de crédito já está dentro das novas normas do sistema financeiro mundial, conhecidas por Basileia III, que deverão estar implantadas até 2019, segundo o diretor executivo Gérson Seefeld. O que nivela positivamente o sistema brasileiro com o do cooperativismo mundial. Fonte: http://jcrs.uol.com.br

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