A Polícia Federal realizou a operação denominada Crixus no Fortal 2017 Com o objetivo de fiscalizar a atividade de segurança privada, encontrou 38 dos 81 vigilantes, das cinco empresas contratadas pelo evento, com irregularidades. Apesar disso, a Polícia Federal divulgou que as cinco empresas de segurança contratadas pelo Fortal possuíam autorização da Polícia Federal para funcionar. Dentre as irregularidades a não comprovação de curso de extensão para grandes eventos. O curso se tornou obrigatório desde a Copa de Mundo de 2014 para todos os profissionais que exercem atividades de vigilância em eventos com público igual ou superior a três mil pessoas. Também foram detectados vigilantes com o curso vencido e sem o curso de reciclagem, que deve ser feito a cada dois anos. Conforme a Polícia Federal, foram lavrados 38 autos de infrações durante o Fortal/2017. As empresas serão notificadas para apresentar defesa. No final do procedimento, poderão ser penalizadas com multas quem variam entre R$ 1.250 a 2.500, por cada tipo de infração. A Polícia Federal afirma que a contratação de segurança clandestina expõe o cidadão a riscos, pois somente a regularidade garante vigilantes preparados e treinados nos padrões estabelecidos pela Polícia Federal e com suas fichas criminais verificadas. Por meio de nota a assessoria de comunicação do Fortal informou que, como a própria Polícia Federal afirmou, “as empresas de segurança contratadas para o evento têm autorização do órgão para atuar”, divulgou.      

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