Smiles nos comentários

Quem curte muito colocar smiles ou emotions em seus posts ou em comentários, segue uma lista de como usá-los. Obs: Coloquei os atalhos com aspas para vocês verem os caracteres utilizados, e sem aspas para o resultado final. “:)” ou “:-)” ou “:smile:” :) “:D” ou “:-D” ou “:grin:” :grin: “:lol:” :lol: “:mrgreen:” :mrgreen: “:(” ou “:-(” ou “:sad:” :sad: “:x” ou “:-x” ou “:mad:” :mad: “:cry:” :cry: “:o” “:-o” ou “:eek:” :eek: “8O” ou “8-O” ou “:shock:” 8O “:?” ou “:-?” ou “:???:” :???: “:p” ou “:-p” ou “:razz:” :razz: “8)” ou “8-)” ou “:cool:” :cool: “:roll:” :roll: “:evil:” :evil: “:twisted:” :twisted: “:oops:” :oops: “;)” ou “;-)” ou “:wink:” :wink: “:|” ou “:-|” ou “:neutral:” :neutral: “:!:” :!: “:idea:” :idea: “:arrow:” :arrow:

Tecdecom- Tecnicas de defesa pessoal

Curso de Defesa Pessoal Este treinamento é um  aperfeiçoamento das técnicas de imobilizações táticas que se fez necessária devido ao avanço da violência e a criminalidade. Com um conteúdo  arrojado e programação atualizada o curso é resultado da análise do principais erros cometidos pelos profissionais da segurança durante situações de imobilização.Os alunos aprenderão a imobilizar  e desarmar agressores com movimentos de torção das articulações principalmente as de pulso , cotovelo e ombro , sem necessidade de utilização de armas de fogo ------ Conteúdo Progamatico-Nivél 1 1.    Técnicas de imobilizações táticas 2.    Retenção de armas durante uma progressão 3.    Técnicas de defesa pessoal 4.    Técnicas contra arma branca envolvendo dois seguranças ------- DIA 28 MARÇO DE 2009 DAS 8 ÀS 18H LOCAL: RUA FELIPE DOS SANTOS, TRAVESSA T2 N 01, LARANJEIRAS. FONE: 3328-5830 /3052-3926 / 98814902 E-mail: kelleneca hotmail.com

A História da Segurança Privada no Brasil

A Segurança Privada no Brasil Em 1968, em pleno período da ditadura militar no Brasil, organizaram-se e foram institucionalizadas guardas armadas de instituições financeiras, como resposta aos assaltos a bancos praticados por grupos políticos de esquerda para financiar as suas ações. Por seu caráter paramilitar, era sempre indicado um militar para gerir esse negócio ou para supervisioná-lo. De igual forma, nos seus quadros profissionais, o histórico militar dos seus empregados era um dos requisitos elementares. O Decreto 1034/69 foi a primeira tentativa de normatizar e controlar a atividade, deixando para cada Unidade Federativa a tarefa de regular o funcionamento das empresas em seus respectivos locais, fixando ou não formas de treinamento, registro das empresas, armas e algumas delas apontando para a possibilidade de utilização do vigilante na repreensão aos movimentos sociais. Em 1983, o Congresso Nacional e o executivo sancionam a Lei 7.102 que uniformiza em todo o território nacional a atividade de segurança privada, com currículo de formação único, controle e registro nacional das empresas, registro profissional do vigilante no Ministério do Trabalho, além de fixar limites e algumas responsabilidades. Os Trabalhadores A principal característica do perfil dos vigilantes dos anos 1969 a 1983 era, além da passagem militar, a baixa escolaridade, a ausência da estrutura militar nas empresas privadas e total falta de direitos. Os ventos da redemocratização e a retomada do sindicalismo combativo e independente, capitaneado pelos metalúrgicos do ABC paulista, coincidiu com o início das tentativas de organização política da categoria, fundando-se a primeira Associação Profissional, em 1976, no Rio de Janeiro. A partir de 1979/80, ampliaram-se para outros Estados caracterizando-se por mobilizações de rua, greves, protestos e enfrentamentos com a repressão dos governos militares. Nesse cenário, as lideranças surgidas com uma linha de atuação majoritariamente de esquerda, empreenderam como principal tarefa a desmilitarização da categoria, conquistando direitos trabalhistas (piso salarial, assinatura na Carteira de Trabalho, fardamento gratuito, regulação de jornada), e organizando-se politicamente com inspiração no novo sindicalismo. A partir de 1985, as Associações foram transformadas em sindicatos, com forte articulação regional e nacional, resultando em 1992 na criação da Confederação Nacional dos Vigilantes e Prestadores de Serviços - CNTV-PS, que também inova com a filiação direta de federações e sindicatos entre outras tarefas, atuando na mobilização da categoria, no acompanhamento dos interesses das entidades de base e dos trabalhadores nas esferas dos poderes públicos e privados, no assessoramento político e sindical a essas entidades, no apoio as negociações coletivas.

Brasil tem mais vigilantes privados do que policiais militares

Os vigilantes privados em atividade no país superam em cerca de 5% o total de policiais militares de todos os estados brasileiros. Segundo dados da Coordenação de Controle da Segurança Privada da Polícia Federal, existem hoje no país 431.600 vigilantes, ou seja, 19.700 a mais do que os 411.900 policiais militares estimados pelo Ministério da Justiça. Esse “exército” da segurança privada também supera, em 35%, o efetivo total das Forças Armadas, que é de 320.400 homens. Com 139.800 homens, o estado com maior número de vigilantes privados é São Paulo, que também concentra o maior número de policiais militares (cerca de 80 mil). De acordo com o relatório da Polícia Federal, o Rio de Janeiro é o segundo colocado, com 45.600 homens atuando na segurança privada. Além dos 431 mil vigilantes em atividade no país, há mais 1,1 milhão cadastrados, mas não-ativos, no sistema da Polícia Federal. Se o número total de cadastrados for levado em consideração, o contingente de homens da segurança privada no Brasil supera os da Polícia Militar e das Forças Armadas, juntas, em 117%. Conforme a Polícia Federal, o número de empresas em ação no Brasil em todos os segmentos da segurança privada (segurança patrimonial, pessoal, de escolta e de transporte de valores) chega a 2.668. Segundo o pesquisador André Zanetic, da Universidade de São Paulo (USP), a segurança privada no Brasil começou a crescer mais intensamente nos anos 80 e 90. E, diferentemente do muita gente pensa, quem mais procura esse tipo de serviço não são residências, nem condomínios, mas sim as grandes empresas e o setor público, disse ele. Desde o final dos anos 70, houve um grande crescimento da criminalidade urbana, o que, de acordo com Zanetic, seria uma das principais causas do crescimento da segurança privada, juntamente com a proliferação de grandes espaços privados abertos ao público, como shopping centers, cinemas, casas de shows, agências bancárias etc. "Isso tudo crescendo acabou fazendo com que não fosse possível ao policiamento [público] dar conta de todos esses espaços." Zanetic afirmou, no entanto, que ainda não se sabe em que ritmo o segmento está crescendo hoje no país. Tampouco há como avaliar, por meio de estatísticas, o ritmo de crescimento, porque os registros da Polícia Federal não contêm o número de empresas ou de vigilantes que estavam em atividade em anos anteriores. Os dados mostram apenas o número de novas empresas e novos seguranças que se registraram em cada ano, sem informar quantos tornaram-se inativos. Apesar disso, com os dados sobre novos cadastros, é possível perceber que, nos últimos cinco anos, em média 240 empresas se registraram na Polícia Federal a cada ano. Apenas no ano passado, 260 novas firmas de segurança privada passaram a atuar no país. Para o coordenador de Controle da Segurança Privada da Polícia Federal, delegado Adelar Anderle, o crescimento da demanda por vigilantes privados é resultado do aumento da criminalidade no país: “Isso faz com que a sensação de insegurança cresça no sentimento do brasileiro.” Diante da grande presença de vigilantes privados no país, Anderle defende a articulação entre a segurança privada e os órgãos policiais. “Os órgãos de segurança pública não são suficientes para fazer frente a essa grande onda de criminalidade. Por isso, precisamos fazer um movimento de trazer todo o potencial da segurança privada para junto da segurança pública”, disse. O delegado usa, como bom exemplo de integração entre os dois sistemas de segurança, uma experiência feita em Recife: “Os porteiros e vigilantes têm um sistema integrado de segurança via rádio, em um canal fechado, com algumas equipes da PM [Polícia Militar]. Essas equipes estão treinadas para atender apenas a chamados de vigilantes e porteiros. Dessa forma, se o porteiro vê alguém suspeito, passa um rádio para a equipe que está naquele bairro, e essa equipe, em poucos minutos, está no local para fazer a averiguação.” Fonte: Agência Brasil

Registro e Porte de Armas

O cidadão civil precisa observar uma série de requisitos para comprar ou portar uma arma. O primeiro deles é obter o certificado de registro junto ao órgão competente. Esse documento permitirá que o proprietário mantenha a arma no interior de sua residência ou em seu local de trabalho para defesa pessoal ou do seu patrimônio. Com o registro, já é possível solicitar o porte. Didaticamente, pode-se explicar a diferença entre registro e porte de armas através da seguinte comparação: registro equivale ao certificado de propriedade de um automóvel; porte corresponde à carteira de habilitação, que permite conduzir o carro. O fato de comprarmos um automóvel não nos dá direito de dirigí-lo até estarmos habilitados; da mesma forma, termos o registro de um revólver não nos dá o direito de conduzí-lo até obtermos o porte. Para o registro de uma arma, a nova lei exige os seguintes documentos: do interessado; * dados pessoais (nome, filiação, profissão, endereço, identidade...); da arma; * número de cadastro no Sinarm; * identificação do fabricante e do vendedor; * número e data da nota fiscal de venda; * espécie, marca, modelo e número; * calibre e capacidade de cartuchos; * funcionamento (repetição), semiautomática ou automática); * quantidade de canos e comprimento; * tipo de alma (lisa ou raiada); * quantidade de raias e sentido. Para a obtenção do porte de arma (expedido pela Polícia Federal, se for nacional, ou pelas polícias civis, se for estadual), são necessários os seguintes documentos: * Certificado de Registro com cadastro no Sinarm; * Comprovação de idoneidade, com apresentação de certidões de antecedentes criminais fornecidas pela Justiça Federal, Estadual, Militar e Eleitoral, e de não estar o interessado respondendo a inquérito policial ou a processo criminal por infrações penais cometidas com violência, grave ameaça ou contra a incolumidade pública; * Comprovação de comportamento social produtivo; * Comprovação da efetiva necessidade do porte; * Comprovação de capacidade técnica para manuseio de arma de fogo atestada por instrutor de armamento e tiro do quadro das polícias federal e civis ou por estas habilitado; * Aptidão psicológica para manuseio atestada em laudo conclusivo fornecido por psicólogo do quadro das polícias federal ou civis ou credenciado por estas; * Pagamento da taxa estipulada para concessão de porte. O conselho para quem deseja comprar uma arma é procurar um revendedor autorizado e solicitar o registro. Desta forma, tem-se a garantia de qualidade e colabora-se para o fim do contrabando. Afinal, como reza o Artigo 5º da Constituição Federal, todos > têm direito à vida, à liberdade e à segurança REQUISITOS PARA OBTENÇÃO DE PORTE FEDERAL DE ARMA 1. Idade mínima de 25 anos; 2. Requerimento SINARM, preenchido e assinado pelo requerente; O Porte Federal de Arma será requerido junto à Superintendência Regional do DPF, na Uni- dade de Federação em que reside ou possui domicílio fiscal o requerente, ressalvada a com- petência da CGDI/DIREX. O formulário REQ. SINARM será fornecido gratuitamente pela DELINST nas Superintendên- cias Regionais e pela CGDI/DIREX/DPF no EDIFÍCIO SEDE/DPF. O preenchimento será manual ou mecânico, sempre de forma legível e sem rasura. No ato da apresentação é indispensável a presença do requerente em razão da coleta de impressão digital, que constará do porte. 3. Apresentação do Certificado do Registro de Arma de fogo, cadastrada no SINARM; O requerente no momento da apresentação entregará uma cópia xerográfica do certificado. 4. Apresentação de original e cópia: a. Cédula de Identidade; b. Título de eleitor; c. CPF. 5. Duas (02) fotos 3x4, recentes e de fundo azul. 6. Apresentação de documento comprabatório de comportamento social produtivo. O documento atestará atividade desenvolvida pelo requerente, não sendo necessário que seja remunerada. 7. Comprovação da efetiva necessidade, por exercício da atividade profissional de risco ou ame- aça à integridade física do requerente. O documento comprobatório será firmado pelo requerente, se autônomo, não sendo pelo Ór- gão ou Empresa em que trabalhe. 8. Comprovar no pedido de aquisição e em cada renovação do registro, idoneidade e inexistên- cia de inquérito policial ou processo criminal, por meio de certidões de antecedentes criminais fornecidas pela Justiça Federal, Estadual, Militar e Eleitoral. As certidões serão requeridas junto aos Cartórios Distribuidores das respectivas Justiças. Serão realizadas averiguações com relação a inquérito policial ou processo criminal, quanto às infrações acima citadas. 9. Aptidão psicológica para manuseio de arma de fogo, atestada em laudo conclusivo fornecido por psicólogo servidor da Polícia Federal inscrito no Conselho Regional de Psicologia, ou credenciado por esta. Quando o exame for realizado por pessoa credenciada, a despesa decorrente será de res- ponsabilidade do examinando. O exame será marcado quando do ato do requerimento do Porte. 10. Comprovação de capacidade técnica para manuseio de arma de fogo, atestada por instrutor de armamento e tiro do quadro da Polícia Federal, ou habilitado por esta, por empresa de instrução de tiro registrada no Comando do Exército, por instrutor de armamento e tiro das Forças Armadas ou Auxiliares. O exame de comprovação de capacidade técnica consistirá em: a. Conhecimento do conceito de arma de fogo e das normas de segurança; b. Conhecimento básico das partes e componentes de arma de fogo; c. Demonstração, em estande, do uso correto da arma de fogo. O exame somente será realizado após o requerente ser aprovado na aferição de aptidão psi- cológica para manuseio de arma de fogo. 11. Comprovante de taxa paga. Somente será autorizado o recolhimento da taxa estipulada para o Porte Federal de Arma após a aprovação do requerente. A GRU/FUNAPOL está disponível para preenchimento e impressão pela internet. O Recolhimento da taxa poderá ser feito em qualquer agência bancária. TABELA DE TAXAS CÓD. RECEITA SITUAÇÃO R$ 140520 I – Registro de arma de fogo 300,00 140538 II – Renovação de registro de arma de fogo 300,00 140384 III – Expedição de porte de arma de fogo 1.000,00 140406 IV – Renovação de porte de arma de fogo 1.000,00 140546 V – Expedição de segunda via de registro de arma de fogo 300,00 140392 VI – Expedição de segunda via de porte de arma de fogo 1.000,00 Fonte: Departamento de Polícia Federal Centro de Treinamento - Fone/Fax: (47) 3454-0400 Rua Jativoca, 3470 - Nova Brasília - CEP 89.214-460 - Joinville - SC - Brasil Escritório Comercial Central - Fone/Fax: (47) 3433-3182 Rua 9 de março, 337 - Ed. Rudenas, Sala 218 - CEP 89201-400 - Joinville - SC - Brasil

NOVA REGRA: PORTE DE ARMA NÃO É MAIS INAFIANÇÁVEL

22/05/2007 - Em longa sessão plenária, o Supremo Tribunal Federal (STF) flexibilizou regras rígidas do Estatuto do Desarmamento, em vigor desde dezembro de 2003. A maioria dos ministros decidiu liberar o pagamento de fiança para porte ilegal de armas e para disparo com armamento de fogo, além de ter garantido o direito a liberdade provisória para réus apanhados com armas ilegais. Os ministros julgaram a Ação Direta de Inscontitucionalidade (ADI) em que o PTB contestava a íntegra do Estatuto do Desarmamento, legislação que regula o registro, a posse e a comercialização de armas de fogo e munição, além de definir o funcionamento e atribuições do Sistema Nacional de Armas (SINARM). A ADI alegava que o estatuto violava os princíípios da presunção de inocência e direito de propriedade, entre outros. Os Artigos que mudam O artigo 21, que previa serem "insuscetíveis de liberdade provisória (com e sem fiança)" os crimes de porte ilegal de arma de uso restrito das Forças Armadas e de comércio ilegal de armamento, seja importação, exportação ou favorecimento de transporte de munição. Os artigos 14 (porte ilegal de arma de fogo de uso permitido) e 15 (disparo de arma de fogo), também impugnados, vedavam o pagamento de fiança para os respectivos crimes. Fonte: A Notícia Data: 03/05/07

Proposta permite a vigilantes portar arma fora do trabalho

26/03/2008 - O Projeto de Lei 2287/07, do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), garante aos vigilantes privados o direito de portar armas, mesmo fora do trabalho. Na opinião de Lorenzoni, “apesar de possuírem cursos de profissionalização e treinamento, os vigilantes privados retornam para casa sem o instrumento que lhes garante a segurança”. A proposta também estende esse direito a agentes e guardas prisionais, integrantes das escoltas de presos e às guardas portuárias. Pela Constituição, têm direito ao porte de armas fora do exercício de suas funções somente integrantes das Forças Armadas e das guardas municipais de cidades com mais de 500 mil habitantes, policiais civis, militares e da polícia legislativa, e agentes operacionais da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Tramitação A proposta terá análise em caráter conclusivo nas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Agência Câmara